Paz e Bem ::::>
 

“A INFÂNCIA DE JESUS”

 

“Naqueles dias, apareceu um edito de César Augusto, ordenando o recenseamento de todo mundo habitado” (Lc. 2,1). Com essas palavras, Lucas introduz a sua narrativa sobre o nascimento de Jesus e explica porque este aconteceu em Belém: um recenseamento, com a finalidade de determinar e depois cobrar os impostos, é a razão pela qual José e Maria sua esposa que está grávida, se deslocam de Nazaré à Belém. O nascimento de Jesus na cidade de Davi situa-se no quadro da grande história universal, embora o imperador nada saiba dessa gente simples que, por causa dele, tem de viajar em um momento difícil e assim, aparentemente por acaso, o menino Jesus nascerá no lugar da promessa.
Para Lucas, o contexto histórico-universal é importante. Pela primeira vez, é registrada “toda a terra”, a ecumene  no seu todo, pela primeira vez, há um governo e um reino que abraça a orbe; pela primeira vez, há uma grande área que vive em paz, onde os bens de todos podem ser registrados e postos a serviço da comunidade. Só nesse momento, em que se verifica uma comunhão de direitos e bens em larga escala e em que uma língua universal permite a uma comunidade cultural a compreensão no pensamento e na ação, pode entrar no mundo uma mensagem universal de salvação, um portador universal de salvação: “É REALMENTE A PLENITUDE DOS TEMPOS”.

Bento XVI

 
"APRESENTAÇÃO"
 

Este site é uma iniciativa de um pequeno grupo de leigos da Paróquia Santa Izabel de Uchoa, Diocese de São José do Rio Preto, no interior do Estado de São Paulo. O nosso principal objetivo é a EVANGELIZAÇÃO, ou seja, levar nossos leitores a conhecerem, amarem e seguirem Nosso Senhor Jesus Cristo, para que O seguindo cheguem ao conhecimento da Verdade que salva e liberta. Queremos também ser uma porta aberta para o diálogo construtivo com aqueles cristãos que não estão em plena comunhão com a Igreja Católica (diálogo ecumênico), e com os crentes não cristãos (diálogo inter-religioso). Além dos cristãos não católicos e dos crentes não cristãos, também queremos dialogar com os não crentes (ateus e agnósticos). A nossa abertura ao diálogo, que é tão necessária nos dias de hoje, não quer dizer que vamos abrir mão da Santa Doutrina Católica, muito pelo contrário, pois queremos dialogar com todas as pessoas de boa vontade, conscientes de que somos católicos, e que temos uma missão a cumprir nesse mundo (ecumene), que é anunciar e testemunhar a Boa Nova da Salvação.